A Conservação e a Restauração visam salvaguardar o que consideramos bens culturais, que são produtos de nossa cultura - do pensamento, do sentimento e da ação do homem. Esses bens formam o patrimônio histórico e artístico, ou seja, nosso Patrimônio Cultural. Arceburgo-MG BRASIL
Seja bem-vindo!!!!
Alguém disse uma vez: São as boas garotas que escrevem em diários. As más garotas nunca têm tempo. Eu? Eu apenas quero viver uma vida que irei lembrar. Mesmo que eu não escreva tudo.
Brooke Davis - One Tree HillÉ necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver.
Gabriel Garcia Marquezsábado, 16 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Painéis de Portinari restaurados
Painéis de Portinari restaurados no Rio virão para São Paulo
Obra "Guerra e Paz" terá roteiro itinerante por países dos BRICs antes de voltar à sede da ONU em Nova York
A capital paulista será o ponto de partida para exposições itinerantes. De lá, os painéis devem seguir para China, Índia, Rússia e Noruega, até que retornem à sede da ONU, em Nova York, em 2013. A ida para São Paulo foi sacramentada há uma semana com a assinatura de um contrato de patrocínio entre o Projeto Portinari e a holding Brazilian Finance & Real Estate (BFRE), que vai investir R$ 2,5 milhões. A exposição será gratuita e o local deve ser a Oca do Parque do Ibirapuera.
Confeccionados a pedido do governo brasileiro como presente à sede da ONU, os painéis "Guerra e Paz" ficaram expostos por 56 anos no hall de entrada da Assembleia Geral, restrito à maioria dos visitantes. Em dezembro de 2010, voltaram ao Brasil para uma exposição no Theatro Municipal do Rio.
Segundo o filho do artista e diretor do Projeto Portinari, João Candido Portinari, ver a obra voltando a ter as cores originais é "quase mágico". Ele também se disse emocionado por saber que o local é o mesmo onde o pai foi velado, em 1962. "É como se fosse um renascimento da mensagem e da obra dele."
O coordenador dos trabalhos de restauração, Edson Motta Júnior, afirma que entre 80% e 90% das cores originais foram recuperadas. Segundo ele, na ONU os painéis ficaram expostos à luz por meio de uma janela de vidro, e o sol se punha "em cima" deles. Houve também o acúmulo de sujeira e fuligem ao longo dos anos. "O que se perdeu pela luz, o que desbotou, não conseguimos recuperar".
Inédito - Em São Paulo, os painéis serão expostos pela primeira vez junto com os estudos preparatórios de Portinari para as obras. São cerca de 180, entre esboços e reproduções em telas, que estavam em coleções particulares ou bancos. "Nem meu pai teve a oportunidade de vê-los juntos", disse João Candido.
Segundo ele, a decisão de levar a exposição para os demais países dos BRICs partiu do Ministério das Relações Exteriores. "Também estamos em um processo avançado de negociação para levar os painéis para a Noruega, no fim de 2012, para que a cerimônia de entrega do Nobel da paz seja feita com eles de fundo", disse. Antes de retornarem à sede da ONU, é possível que "Guerra e Paz" sejam novamente expostos no Rio de Janeiro.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Visitas interessantes
- ABREMC Grupo da Associação Brasileira de Ecomuseus e Museus Comunitários
- Asociacion Española de Museologos
- Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência
- Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC)
- Associação Brasileira de Museologia
- Brasil Memória em Rede
- British Music Experience - Museu do Rock/Londres
- Conselho Federal de Museologia - COFEM
- Dossiê Museus/Iphan
- Forum Permanente - Museus de Arte, entre o público e o privado
- Fundação Casa França Brasil
- Instituto Ricardo Brennand - Recife/PE
- MASP (São Paulo)
- Memorial do Imigrante/SP
- Musee Gruerien
- Museodata - Vivir el Museo
- Museologia en NAyA - Noticias de Antropologia y Arqueologia
- Museu Afro-Brasileiro (Salvador - Bahia)
- Museu Casa de Portinari
- Museu Clube da Esquina
- Museu da Educação e do Brinquedo/USP
- Museu da Infância
- Museu da Lingua Portuguesa
- Museu da Pessoa
- Museu da República (Rio de Janeiro)
- Museu de Arqueologia e Etnologia/USP
- Museu de arte contemporânea da USP
- Museu de arte Sacra de São Paulo
- Museu do Folclore de São José dos Campos
- Museu do Futebol
- Museu do Homem do Nordeste - Recife/PE
- Museu do Índio (Rio de Janeiro)
- Museu Histórico Abílio Barreto - BH/MG
- Museu Histórico Nacional/RJ
- Museu Imperial (Petrópolis)
- Museu Luiz de Queiroz - ESALQ
- Museu Nacional do Mar (Santa Catarina)
- Museu Paulista/USP
- Museu Virtual de Arte Brasileira
- Museu Virtual de Ouro Preto
- Museumland/links de Museus Brasileiros
- Observatório de Museus e Centros Culturais
- Relação dos principais museus do Brasil e do Mundo
- Revista Museu
- Sistema Brasileiro de Museus
- Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciências
- Associação Brasileira de Ecomuseus e Museus Comunitários
- Associação Brasileira de Museologia
- Cappella Sistina
- COFEM - Conselho Federal de Museologia
- Conselho Internacional de Museus
- Diretório Internacional de Museus do ICOM
- Era Virtual Museus
- ICOM - BR
- Metropolitan Museum of New York (New York - NY
- Museo Nacional de Etnografía y Folklore (MUSEF)/La Paz/Bolívia
- Museu Art Nouveau e Art Déco (Salamanca)
- Museu Britânico
- Museu da Maré: um museu na favela
- Museu do Cairo
- Museu do Prado (Madri)
- Museu do Vaticano
- Museu Domain Management Association - MuseDoma
- Museu Greco-Romano de Alexandria
- Museu Guggenheim
- Museumland/ links de 142 Nações
- Musée d'Orsay (Paris)
- Musée du Louvre (Paris - FR)
- Musée national des Arts asiatiques–Guimet ( Paris)
- Relação dos principais museus do Brasil e do Mundo
- The Grand Egyptian Museum
- The World Federation of Friends of Museums
- Discover Islamic Art Virtual Museum
- Modern Art gallery” de la banque Société Générale – Paris
- Museo Virtuale della Memoria collettiva di una regione: La Lombardia – MUVI
- Museu da Pessoa (Brasil)
- Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes (Portugal)
- Museu Virtual da Imprensa (Portugal)
- Museu Virtual da Informática (Portugal)
- Museu Virtual das Telecomunicações (Espanha/Alemanha/Portugal)
- Museu Virtual do Cartoon (Portugal)
- Musée Archéménide
- MUVA Virtual Museums of Arts
- Projeto Portinari (Brasil)
- Virtual Museum of Canada
Patrimônio e paisagem
- "O Futuro é a Paisagem" (presidente do IPHAN)
- Bairro da Lapinha/Salvador - Revista Diálogos e Ciências
- Carta da Paisagem Cultural Brasileira
- Conseil de l'Europe: La Convention européenne du paysage
- Ecologia da Paisagem
- Instituto Açoriano de Cultura
- Iphan/Santa Catarina
- lista Unesco/paisagem cultural
- Memória Viva
- Monumenta/paisagem cultural da imigração/SC
- Novas inclusões na lista patrimonial da Unesco
- Paisagem Cultural da Vinha da Ilha do Pico
- Paisagem Cultural de Sintra/Portugal
- Paisagem Cultural Européia
- PAISAGEM NA HISTÓRIA - Jardins e Burle Marx no Norte e Nordeste
- Roteiro da Imigração/Santa Catarina
- Unesco/paisagem cultural de Sintra
- Vale do Côa e Além Douro/Portugal
domingo, 3 de julho de 2011
Nú artístico
SPENCER TUNICK
Galeria com 70 fotografias de Spencer Tunick. Spencer Tunick é um fotógrafo famoso por conseguir juntar algumas centenas ou milhares de pessoas, completamente nuas, que posam para as suas fotos artísticas nas ruas de uma qualquer cidade dos quatro cantos do mundo. O recorde, em termos de quantidade, foi alcançado na Cidade do México, onde Spencer conseguiu juntar cerca de 18.000 pessoas.
Uma dessas sessões mais famosas teve como objetivo protestar contra o aquecimento global, e contou com a participação de ativistas do Greenpeace.
Um dos pontos mais interessantes disso tudo é que são os próprios modelos que se oferecem como voluntários, inscrevendo-se para participar gratuitamente.
Fotogtafias de Spencer Tunick (01)
Fotogtafias de Spencer Tunick (02)
Fotogtafias de Spencer Tunick (03)
Fotogtafias de Spencer Tunick (04)
Fotogtafias de Spencer Tunick (05)
Fotogtafias de Spencer Tunick (06)
Fotogtafias de Spencer Tunick (07)
Fotogtafias de Spencer Tunick (08)
Fotogtafias de Spencer Tunick (09)
Fotogtafias de Spencer Tunick (10)
Fotogtafias de Spencer Tunick (21)
Fotogtafias de Spencer Tunick (22)
Fotogtafias de Spencer Tunick (23)
Fotogtafias de Spencer Tunick (24)
Fotogtafias de Spencer Tunick (25)
ARTE INDÍGENA
Os índios também valorizam muito a música. Muitos instrumentos musicais foram criados pelos indígenas, como flautas e chocalhos. A música era usada por todas as tribos como passatempo ou em rituais sagrados.
http://www.coladaweb.com/artes/a-arte-indigena
BRASIL INDÍGENA

Esta urna funerária Marajoara, em cerâmica pintada em negro e vermelho sobre fundo branco.
Este tapa-sexo pertencia à cultura Marajoara. Brasil Indígena apresenta de forma cronológica peças de tribos de várias partes do país. A estética da arte indígena também é colocada em evidência nessa mostra.
Este cocar Bororó, do Mato Grosso, é feito em plumas de arara e de mutum, costuras com fibra de palmito babaçu e fios de algodão. Os diferentes ornamentos em plumas marcam distinções sociais entre os índios.sábado, 2 de julho de 2011
Arte e arquitetura Indiana
História da Arte e Arquitetura Indiana
Conjunto das obras artísticas e arquitetônicas do subcontinente indiano desde o III milênio a.C. até nossos dias. Para os adeptos da tradição ocidental, podem parecer, à primeira vista, exagerados e sensuais; porém, mesmo estes, vão apreciando seu refinamento. Caracterizam-se também por um grande sentido do desenho, patente tanto nas formas modernas quanto nas tradicionais. A cultura indiana costuma manifestar volúpia com uma liberdade de expressão não habitual.
O templo jaini de Jaya Sthamba, Ranakpur, tem torres ou siharas talhadas cuidadosamente em pedra, com florões em seus extremos superiores. A decoração dos templos jainíes, bem como a de miniaturas, constituem uma das máximas da arte indiana
.
A arte da Índia pode ser compreendida e julgada no contexto das pretensões e necessidades ideológicas, estéticas e rituais da civilização hindu. Tais pretensões se fixaram já no século I a.C. e têm exibido notável tenacidade ao longo dos séculos. A visão hindu-jaino-budista do mundo depende da resolução do paradoxo central de toda a existência, segundo o qual a mudança e a perfeição, o tempo e a eternidade, a imanência e a transcendência, funcionam como partes de um único processo.
Assim, não se pode separar a criação do criador e o tempo deve ser entendido como uma matriz da eternidade. Este conceito, aplicado à arte, divide o universo da experiência estética em três elementos distintos, ainda que relacionados entre si: os sentidos, as emoções e o espírito. Estes elementos ditam as normas para a arquitetura, como instrumento para fechar e transformar os espaços, e para a escultura, em termos de volume, de plasticidade, de modelagem, de composição e de valores estéticos. No lugar de representar a dicotomia entre a carne e o espírito, a arte hindu, por meio da sensualidade e da voluptuosidade deliberadas, funde ambas, através de um complexo simbolismo que, por exemplo, transforma a carnalidade de um corpo feminino num mistério perene de sexo e de criatividade, no qual a momentânea esposa se revela como a mãe eterna.
O Taj Mahal, mausoléu da esposa de um imperador mongol do século XVII, foi construído por cerca de 20.000 trabalhadores de 1631 a 1648 em Agra, cidade no norte da Índia. Este enorme edifício rematado com cúpulas foi construído em estilo indo-islâmico, onde se usou mármore branco e gemas incrustadas. Em cada esquina há um minarete e as paredes exteriores são adornadas com passagens do Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos. Os corpos do imperador e de sua esposa jazem em uma cripta.
O artista hindu utiliza de forma acertada alguns motivos, como a figura feminina, a árvore, a água, o leão e o elefante numa composição determinada. Ainda que o resultado seja às vezes inquietante no tocante aos conceitos, no que se refere à vitalidade sensual, ao sentido do terreno, à energia muscular e ao movimento rítmico permanecem inconfundíveis. Todos os elementos que formam a pintura indiana — como a forma do templo hindu, os contornos dos corpos dos deuses hinduístas, a luz, a sombra, a composição e o volume — são encaminhados para glorificar os mistérios que resolvem o conflito entre a vida e a morte, entre o tempo e a eternidade.
A arte indiana manifestada na arquitetura, na escultura, na pintura, na joalheria, na cerâmica, nos metais e nos tecidos estendeu-se por todo o Oriente com a difusão do budismo e do hinduísmo e exerceu uma grande influência sobre as artes da China, do Japão, da Birmânia, da Tailândia, do Camboja e de Java. As duas religiões, com suas ramificações, predominaram na Índia até que o islamismo tomou força entre os séculos XIII e XVIII. A religião muçulmana proíbe a representação da figura humana nos contextos religiosos, motivo pelo qual a decoração passou a representar motivos geométricos.
Arquitetura
A primeira mostra de arquitetura indiana foi a construção de edifícios de tijolos, ao tempo que se levantavam estruturas de madeira. Embora estas últimas tenham desaparecido ao longo dos séculos, foram imitadas por construções de pedra que ainda estão de pé.
A época clássica primitiva começou no ano 250 a.C., durante o reinado de Asoka, que emprestou ao budismo o patrocínio imperial. Muito comuns nessa época são as stupas (pequenos templos para guardar as relíquias dedicadas a Buda) e os chaityas (templos rupestres), entre os quais destacam-se a Grande Stupa de Sanchi, iniciada pelo imperador Asoka e ampliada em épocas posteriores, e o Chaitya de Karli, do início do século II.
A partir do século V, ocorreu o ocaso do budismo, com a ascensão do hinduísmo e do jainismo. O estilo inerente a estas religiões se misturaram para dar lugar aos motivos elaborados que constituem a marca da arquitetura indiana e que aparecem talhados nas rochas, formando sanefas. Os exemplos mais importantes estão na colina de Parasnath, em Bihar; no monte Abut, em Abu Rajasthan; e em Strunjaya, em Gujarat.
A arquitetura islâmica da Índia vem desde o século XIII até os nossos dias. A ela pertencem o famoso mausoléu de Gol Gundadh (1660), em Bijapur, estado de Mysore; a torre Qutb Minar (século XII), com cinco andares de pedra e mármore, em Delhi, capital; e a mesquita de Jami Masjid (1423), em Ahmadabad.
A fase mongol do estilo indo-islâmico, entre os séculos XVI e XVIII, fomentou o uso de materiais luxuosos, como o mármore. O exemplo culminante desse estilo é o mausoléu do Taj Mahal, em Agra.
Desde o século XVIII, a construção de grandes edifícios na Índia tem mantido as formas históricas próprias ou se submetido aos modelos europeus introduzidos pelos britânicos.
Escultura
No vale do Indo, entre os restos dos edifícios de tijolo queimado de Mohenjo-Daro, têm sido encontrados objetos do III milênio a.C., entre os quais há figuras de alabastro e mármore, estatuetas de terracota e louça fina representando deusas nuas e animais, um modelo de carreta em cobre e numerosos selos quadrados de louça e marfim com animais e pictografias.
Com a chegada do budismo, no século III a.C., iniciou-se a evolução de uma arquitetura monumental em pedra, que se completava com a escultura em baixo relevo. Os exemplos mais destacados desse período são os capitéis com formas de animais das pilastras de arenisca para os editos do monarca Asoka e as varandas de mármore que rodeiam as stupas de Bharhut, perto de Satna, em Madhya Pradesh. Também são notórias as portas da Grande Stupa de Sanchi (século II a.C.), cujos relevos têm a delicadeza e a minúcia dos trabalhos talhados em marfim.
Os vestígios das obras precoces pertencentes a essa escola denotam também uma estreita relação com o estilo escultural de Bharhut. Mais tarde, nos séculos I e II, a escola de Mathura desenhou os antigos símbolos de Buda e começou a representá-lo por meio de figuras reais. Tal inovação foi adotada nas sucessivas fases da escultura indiana.
No período gupta, que abrange do ano de 320 até cerca de 600, fizeram-se figuras de Buda com linhas claramente definidas e contornos depurados, envoltas em vestes diáfanas que colavam ao corpo como se estivessem molhadas, como a de Sultanganj, no estado de Bihar.
Neste período, ocorreu também o desenvolvimento da escultura hindu. Talharam-se relevos para adornar os santuários escavados na rocha de Udayagiri (400-600), em Madhya Pradesh, e os templos de Garhwa, perto de Allahabad e Deogarh.
Desde o século IX até a consolidação de poder muçulmano, no princípio do século XIII, a escultura indiana foi, pouco a pouco, voltando-se para as formas lineares, para o contorno pronunciado em vez do volume. Cada vez era mais utilizada como decoração, subordinada ao estilo arquitetônico. Era rica em intrincados detalhes e se caracterizava por figuras de múltiplos braços, tiradas do panteão dos deuses hindus e jain, que vieram substituir as sensíveis figuras dos deuses budistas, com a multiplicidade de formas acentuando a importância do domínio técnico.
Quando os muçulmanos subiram ao poder, no século XIII, adotaram muitos dos motivos nativos para suas ornamentações. As tradições se mantiveram até a época atual, sobretudo no sul, onde a arte ainda mantém a pureza hindu.
Pintura
Em duas localidades se conservam restos de pinturas indianas anteriores ao ano 100 de nossa era. Os fantásticos murais das cavernas de Ajanta cobrem o período conpreendido entre os anos 50 e 642. Destacam-se também as pinturas da cova de Jogimara, em Orissa, que pertencem a dois períodos: ao século I a.C. e à época medieval, as primeiras de desenho mais vigoroso e de melhor qualidade do que as segundas.
No período gupta, alcançou-se a fase clássica da arte indiana, às vezes serena e espiritual, outras vezes enérgica e voluptuosa.
Em Patan, Gujarat, conserva-se um Kalpa Sutra (manual de liturgia religiosa) do ano 1237, ilustrado em folha de palma.
A pintura de Rajput floresceu em Rajputana, Bundelkhand (atualmente parte de Madhya Pradesh), e no Punjab Himalaya, entre os séculos XVI e XIX. Baseava-se na iluminura de manuscritos com motivos decorativos planos e é uma pintura popular refinada e lírica, que ilustra as epopéias hindus tradicionais, sobretudo a vida do deus Krishna.
A pintura mongol, derivada da sofisticada tradição persa, era uma arte cortesã patrocinada pelos imperadores.
Joalheria, cerâmica e Têxteis
Entre as artes decorativas indianas, a joalheria é a mais bela e a que mais interesse desperta universalmente. Seus artífices dominavam as técnicas da filigrana e do granulado.
As características especiais que distinguem a melhor cerâmica indiana são a estrita subordinação da cor e da ornamentação à forma — e a repetição de motivos naturais na decoração. No ramo do artesanato em metal, destacam-se os apetrechos e as armas dos militares de alta patente.
Caxemira é notável por seus chales de lã de rico colorido; Surat, em Gujarat, é famosa por suas sedas estampadas; e Ahamadabad e Varanasi, junto com Murshidabad, em Bengala ocidental, produzem suntuosos brocados.
http://www.historiadomundo.com.br/indiana/arte-e-arquitetura-indiana.htm
Murais Mexicanos: a arte para o povo
Diego Rivera
Diego de Rivera
1886-1957
Um Espírito Revolucionário
Na Arte Moderna
Escadaria e segundo andar da Secretaría de Educación Pública, Cidade do México

